Domingo XXX do Tempo Comum (Ano A)

Homilia

Queridos irmãos e irmãs,

No Evangelho de hoje, perguntam a Jesus: Mestre, qual é o maior mandamento da Lei? E Jesus responde de maneira muito simples: Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todo o teu entendimento.  Amarás o teu próximo como a ti mesmo.

Jesus mostra-nos que toda a nossa vida cristã pode ser resumida numa palavra: amor. Amar a Deus e amar o próximo. Não podemos dizer: Eu amo muito a Deus, mas não consigo suportar aquela pessoa Porque o amor a Deus passa necessariamente pelo amor aos irmãos.

Conta-se a história de um homem que todos os domingos ia à igreja, rezava muito e dizia: Senhor, eu amo-Te! Mas, à saída da igreja, encontrou um vizinho com quem estava zangado há muitos anos. Passou por ele sem sequer o cumprimentar.

Um dia, o filho pequeno perguntou-lhe:
 Pai, como podes dizer que amas Deus, se não falas com o teu vizinho?

A pergunta daquela criança tocou profundamente o coração do pai. Ele percebeu que era fácil dizer,amo a Deus», mas era muito mais difícil transformar esse amor num gesto concreto.

Irmãos e irmãs, talvez hoje Jesus nos faça a mesma pergunta: Como está o meu amor? Não apenas nas palavras, mas em casa, na família, no trabalho, com os vizinhos, com aqueles que me incomodam e até com aqueles que me magoaram.

Às vezes pensamos que para amar precisamos de fazer coisas extraordinárias. Não. Um sorriso, um perdão, uma palavra amiga, uma visita, uma ajuda, um pouco de paciência… são pequenas coisas, mas podem ser grandes sinais do amor de Deus.

Peçamos hoje ao Senhor: Jesus, ensina-me a amar-Te mais, para que eu possa amar melhor as pessoas que colocaste no meu caminho.

Porque, no fim, a verdadeira medida da nossa fé não é apenas quanto rezámos, mas quanto aprendemos a amar. Amém.

Domingo XXIX do Tempo Comum (Ano A)

Mateus 22, 15-21

Queridos irmãos e irmãs,

No Evangelho de hoje, perguntam a Jesus: É lícito ou não pagar o imposto a César? Era uma pergunta feita para O pôr à prova. Jesus, porém, responde: Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.

Jesus não está simplesmente a falar de impostos. Está a recordar-nos que temos responsabilidades na sociedade, mas também temos uma responsabilidade maior diante de Deus.

Dar a César o que é de César significa cumprir os nossos deveres: ser cidadãos honestos, respeitar as leis, trabalhar com responsabilidade e contribuir para o bem comum.

Mas Jesus acrescenta: Dai a Deus o que é de Deus. E o que pertence a Deus? A nossa vida, o nosso coração, a nossa consciência, o nosso tempo, os nossos dons. Nós pertencemos a Deus.

Podemos pensar numa moeda: nela estava gravada a imagem de César. Mas nós fomos criados à imagem de Deus. Por isso, se na moeda está a imagem de César, no nosso coração está gravada a imagem de Deus.

Às vezes damos a Deus apenas alguns minutos no domingo, mas damos horas e horas ao trabalho, ao telemóvel, à televisão e às preocupações. O Evangelho hoje pergunta-nos: quanto da minha vida estou realmente a dar a Deus?

Peçamos ao Senhor a graça de sermos bons cidadãos, mas sobretudo bons filhos de Deus; pessoas que vivem no mundo, cumprem os seus deveres, mas nunca se esquecem de Deus.

Demos a César o que é de César, mas demos a Deus aquilo que é de Deus: o nosso coração e toda a nossa vida. Amém.

Domingo XXVIII do Tempo Comum

Evangelho: Mateus 22, 1-14

Queridos irmãos e irmãs,

No Evangelho de hoje, Jesus compara o Reino dos Céus a um grande banquete. Deus prepara uma festa para todos, mas alguns convidados recusam o convite.

É uma imagem muito bonita: Deus convida-nos para a sua mesa. A Eucaristia é também este banquete onde o próprio Cristo nos alimenta.

Conta-se que um homem recebeu um convite para uma grande festa. Ficou muito contente e preparou-se com cuidado. No dia da festa, porém, quando chegou à porta, percebeu que tinha deixado o convite em casa. O convite era verdadeiro, a festa estava preparada, mas ele não podia entrar porque não tinha dado atenção ao convite.

Também nós recebemos continuamente o convite de Deus: através da Palavra, da Eucaristia, da Igreja, das pessoas que nos amam e até através das dificuldades da vida. Mas não basta receber o convite; é preciso responder.

No fim do Evangelho aparece também o homem que entrou sem o traje nupcial. O traje representa o nosso coração: não basta estar fisicamente na Igreja; é preciso procurar viver segundo o Evangelho, com fé, amor, perdão e caridade.

Deus prepara a festa e chama todos. A questão é: como estamos a responder ao convite?

Peçamos hoje ao Senhor:
Senhor, não permitais que eu fique indiferente ao vosso convite. Preparai o meu coração para participar na vossa mesa e ajudai-me a levar a alegria do vosso Reino aos outros.

Amém.

Festa de Santa Teresinha do Menino Jesus com Novenas e Bênção das Rosas

Os Padres Carmelitas Descalços do Funchal convidam a comunidade e os fiéis a participar nas celebrações em honra de Santa Teresinha do Menino Jesus, que decorrem na Igreja do Carmo.

A preparação espiritual tem início com o tríduo de Novenas, entre os dias 27 a 30 de setembro, com a recitação do Terço às 18h, seguida de Missa às 18h30.

O ponto alto das festividades acontece no dia 1 de outubro, dia da Solenidade de Santa Teresinha, com a celebração da Missa solene e a tradicional bênção das rosas às 18h30.

Programa das Celebrações:

  • 27 a 30 de setembro (Novenas):
    • 18h00: Terço
    • 18h30: Missa
  • 1 de outubro (Solenidade):
    • 18h00: Terço
    • 18h30: Missa e bênção das rosas

Domingo XXIV do Tempo Comum (Ano A)

A Liturgia deste Domingo volta ao tema do perdão na comunidade salientando as contas que, a este respeito, não podem ser feitas, porque no Reino de Deus as oportunidades são ilimitadas. Por natureza, somos calculistas, registamos os danos e inclinamo-nos para “ajustar as contas” como meio para sanar os conflitos. Mas, nestas coisas da reconciliação e do perdão, não é através dos números ou dos ajustes com os critérios da cobrança das dívidas que se chega ao restabelecimento das relações. No Reino de Deus só se conhece o zero nas dívidas e, no perdão, o infinito. É a isso que nos referimos quando dizemos que a misericórdia de Deus é infinita e não tem limites. Tanto o perdão como as virtudes que acompanham o ato de perdoar não podem estar limitadas por um plafom.

1. O perdão é exigente

– É curioso notar que, a pergunta de Pedro no Evangelho de hoje, “se meu irmão me ofender, quantas vezes deverei perdoar-lhe?”, à qual Jesus responde que deve ser “sempre”, dá por suposta a ofensa, mas não esclarece se antes houve arrependimento para que o ofendido possa perdoar a quem ofendeu. É que, neste processo de reconciliação, nós costumamos colocar, no início, o ato de arrependimento como condição para perdoar. Ora, tanto o livro do Eclesiástico como o Evangelho, colocam em relevo unicamente o perdão…

– Dá a impressão que, mesmo que o irmão não peça perdão, deve ser perdoado… O livro do Eclesiástico fixa-se na necessidade de ultrapassar o sentimento de vingança como condição para se poder apresentar diante de Deus e implorar para si o perdão e dirigir outras súplicas ao Senhor. A exigência do perdão impõe-se como um ato gratuito e não pode ser só a resposta ao arrependimento do outro porque o ofendido, enquanto não perdoar, não pode ficar tranquilo… O perdão é o primeiro passo e até parece que é o perdão que deve gerar o arrependimento…

– A ordem parece ser a seguinte: perdão, arrependimento com reconhecimento do erro, vontade de mudar… Isto significa que o perdão é exigente; é o ato de perdoar, numa relação fraterna, que desencadeia o processo da reconciliação… A segunda parte da parábola do Evangelho ilustra bem este ponto: é necessário tirar consequências do ter sido perdoado. Aquele a quem se tinha perdoado uma grande dívida não reconheceu que ele próprio também tinha de perdoar como efeito de ter sido perdoado e, por isso, o processo de reconciliação não avançou…

– Tudo isto só se compreende e só tem possibilidade de concretização se, a par do sentimento de fraternidade, houver a consciência filial… É nesta perspetiva que se entende a parábola contada por Jesus e que parece contradizer a ideia da misericórdia sem limites ao admitir que o perdão concedido seja revogado. A questão que a parábola pretende clarificar é esta: se Deus usa de misericórdia com cada um de nós, como poderemos nós negar o perdão ao outro? Só quem descobre que foi perdoado tem a capacidade de gerar perdão e de restabelecer relações em ordem ao futuro. Quem não experimenta isto, na relação com Deus, como filho, terá sempre mais dificuldade de perdoar aos outros.

– A nossa fraternidade é baseada na filiação divina e não noutras quaisquer categorias…. Só a partir da condição filial comum é que se pode construir uma comunidade de irmãos… Nesta base, a exigência de justiça que passaria pela punição do ofensor para sanar a quebra das relações, também perde sentido, porque só o perdão oferece ao outro a possibilidade de se arrepender…

2. Só o amor liberta

– A parábola de Jesus confirma que só se pode aprender a perdoar a partir da nossa relação com Deus… À medida que crescemos nesta relação de encontro com Deus podemos fortalecer a nossa capacidade de perdoar… 

– Gostamos muito de rezar a oração atribuída a S. Francisco de Assis: “Senhor, faz de mim um instrumento da tua paz: onde houver ódio que eu leve o amor, onde houver ofensa, que eu leve o perdão, onde houver discórdia, que eu leve a união… Que eu procure mais consolar do que ser consolado, compreender que ser compreendido, amar do que ser amado…” Pois, esta oração só se compreende a partir do amor de Deus. Na medida em que colocamos o amor acima de tudo nas nossas relações, este amor tende a prevalecer e a aumentar a qualidade da nossa vida em comum.

– A vingança só serve para agravar a dor e perverter o sentido da justiça… Só o amor que se oferece é a resposta adequada aos conflitos e ao sofrimento que estes provocam…

– A pergunta que fica, no final, é esta: como fazer compreender ao mundo de hoje este dinamismo do perdão? Primeiro que tudo, deve provar-se que se pode perdoar… E consciencializar mais profundamente o que rezamos no Pai-Nosso: “Perdoai as nossas ofensas como nós perdoamos a quem nos ofende”… Não há amor sem perdão nem perdão que não seja expressão de amor para quem nos ofende…

Domingo XVII do Tempo Comum

Dia Mundial dos Avós e dos Idosos

Caríssimos irmãos e irmãs,

No Evangelho de hoje, Jesus apresenta-nos três pequenas imagens: o tesouro escondido no campo, a pérola de grande valor e a rede lançada ao mar. Todas nos falam da mesma realidade: o Reino de Deus é o maior tesouro que podemos encontrar.

Conta-se que um neto perguntou ao avô:
— Avô, qual foi a coisa mais preciosa que tiveste na vida?
O rapaz pensava que ele iria falar da casa, do carro ou de algum dinheiro que tinha poupado. Mas o avô sorriu e respondeu:
— O maior tesouro da minha vida foi nunca perder a fé em Deus. Foi ela que me sustentou nos momentos difíceis, deu sentido às alegrias e força nas lágrimas. Tudo o resto passa, mas Deus permanece.

Esta história faz-nos pensar especialmente hoje, no Dia Mundial dos Avós e dos Idosos. Muitos deles talvez já não tenham a mesma saúde ou a mesma força, mas possuem um tesouro que nenhuma riqueza pode comprar: a experiência da fé, da esperança e do amor. Quantas vezes foram eles que nos ensinaram a fazer o sinal da cruz, a rezar o terço ou a confiar em Deus nas dificuldades!

Jesus diz que quem encontra o tesouro vende tudo o que tem para o possuir. Isto significa que nada deve ocupar o lugar de Deus no nosso coração. Quando Deus é o nosso maior bem, tudo o resto encontra o seu verdadeiro lugar.

Neste Dia dos Avós e dos Idosos, agradeçamos ao Senhor por aqueles que, com a sua vida simples e fiel, continuam a ser testemunhas do verdadeiro tesouro. E não nos esqueçamos deles. A visita, um telefonema, alguns minutos de conversa ou uma oração feita em conjunto podem ser um presente muito maior do que imaginamos.

Peçamos ao Senhor que nos conceda um coração capaz de reconhecer o verdadeiro tesouro, que é viver na amizade com Cristo. E que os nossos avós e idosos sintam sempre o carinho da família, da Igreja e de Deus, que nunca abandona os seus filhos.

Ámen.

Horário de verão 2026

Igreja do Carmo, no Funchal, adota horário de verão a partir de 20 de julho

A Igreja de Nossa Senhora do Carmo, no Funchal, entra em horário de verão a partir do dia 20 de julho de 2026, com alterações na celebração das missas, atendimento aos fiéis e funcionamento dos serviços paroquiais. Durante a semana, será celebrada apenas uma missa diária, às 9h00, deixando de existir celebrações no período da tarde. As confissões passam igualmente a realizar-se apenas durante a manhã, de terça-feira a sábado, entre as 8h30 e as 10h00.

Aos sábados e nas vésperas dos dias festivos, mantém-se a celebração da missa às 18h30, além da missa das 9h00. Já aos domingos e solenidades, os fiéis poderão participar nas eucaristias das 7h00, 9h30 e 18h30, deixando de haver a habitual missa do meio-dia durante o período de verão.

O serviço de secretaria e a venda de objetos religiosos continuam a funcionar das 9h00 às 12h00 e das 15h00 às 17h30. A igreja abre diariamente às 8h00. As alterações destinam-se a adaptar o funcionamento da comunidade paroquial ao período de verão, mantendo os principais serviços religiosos e de atendimento aos fiéis.

Domingo XVI do Tempo Comum (Ano A)

Hoje, Jesus apresenta-nos a parábola do trigo e do joio (Mt 13, 24-43). À primeira vista, os servos querem arrancar imediatamente o joio. Mas o dono do campo responde: “Não. Deixai crescer um e outro até à ceifa.”

Esta resposta revela a paciência de Deus. Nós, muitas vezes, queremos soluções rápidas: eliminar tudo o que está mal, julgar as pessoas ou desistir quando vemos o pecado ou a injustiça. Deus, porém, conhece o coração humano. Ele sabe que há pessoas que ainda podem mudar, crescer e dar fruto.

O campo é o mundo, mas também é o nosso coração. Em cada um de nós há trigo e há joio: gestos de bondade e fraquezas, generosidade e egoísmo. A Palavra de Deus convida-nos não a olhar primeiro para o joio dos outros, mas a cuidar do trigo que Deus quer fazer crescer em nós.

Um avô passeava com o neto pelo seu jardim. O rapaz perguntou:
— Avô, porque é que não arrancas todas as ervas daninhas hoje?
O avô sorriu e respondeu:
— Porque algumas estão tão perto das flores que, se as arrancar agora, levo também as raízes das flores. É melhor esperar um pouco, cuidar das plantas e, no tempo certo, será mais fácil distinguir umas das outras.
O neto percebeu que a paciência também faz parte do amor.

Assim é Deus connosco. Ele não desiste de ninguém. Dá-nos tempo para nos convertermos, para mudarmos de vida e para deixarmos que o trigo da santidade cresça.

Peçamos hoje ao Senhor a graça de sermos pacientes com os outros, exigentes connosco próprios e confiantes na misericórdia de Deus, que nunca deixa de acreditar que podemos dar bom fruto.

Ámen.

Domingo XV do Tempo Comum (Ano A)

Irmãos e irmãs,

No Evangelho de hoje, Jesus apresenta-nos uma imagem muito simples e muito próxima da vida: um semeador que lança a semente. O curioso é que o semeador não escolhe apenas a terra boa; lança a semente por toda a parte. Assim é Deus. A sua Palavra é oferecida a todos, sem distinção. A diferença não está na semente, que é sempre boa, mas no terreno onde ela cai: o nosso coração.

Há uma pequena história que ilustra bem esta mensagem.

Um avô gostava de cultivar um pequeno jardim. Certo dia, o neto perguntou-lhe porque passava tanto tempo a arrancar ervas daninhas. O avô respondeu: “Se eu deixar crescer as ervas, elas roubam a força às flores. As sementes são boas, mas precisam de espaço para crescer.”

O mesmo acontece connosco. Deus semeia diariamente a sua Palavra no nosso coração, mas muitas vezes ele está cheio de preocupações, ressentimentos, pressas, distrações ou excesso de confiança em nós próprios. A Palavra entra, mas não encontra espaço para criar raízes.

A boa notícia é que nenhum terreno está condenado a permanecer estéril. Um coração duro pode tornar-se acolhedor; um coração distraído pode aprender a escutar; um coração cheio de espinhos pode ser limpo pela graça de Deus. A conversão é precisamente este trabalho paciente de preparar a terra.

Hoje Jesus não nos pergunta: “Que tipo de semente recebeste?” A semente é sempre a mesma. Pergunta-nos antes: “Que tipo de terreno és tu neste momento?”

Peçamos ao Senhor que nos conceda um coração bom e generoso, capaz de escutar a sua Palavra, guardá-la e fazê-la dar fruto nas nossas famílias, no trabalho, na comunidade e na vida de cada dia. Que cada um de nós possa ser essa terra boa que produz fruto, “cem, sessenta ou trinta por um”.

Ámen.

Bênção das crianças

Hoje, sábado e dia quinto das novenas de Nossa Senhora do Carmo foi dia de bênçãos das crianças e imposição do Santo Escapulário na igreja do Carmo do Funchal – Ilha da Madeira.

Pelas 10:30 congregou-se um pequeno grupo de crianças que conduziu com cânticos e preces a coroinha da Senhora do Carmo, e também construiu para a Mãe uma bela coroa de louvor e gratidão.

E que bela coroa de Nossa Senhora do Carmo são as nossas crianças!

Com as suas vozes pequeninas elas disseram-nos que aos olhos da Mãe todos somos beleza e formosura quando nos parecemos a Ela.

Logo depois, o pregador das novenas e o prior da comunidade impuseram as mãos a todos os meninos e meninas, após o que os consagraram todos eles e suas famílias à Senhora do Carmo.

E depois os três sacerdotes presentes revestiram e consagraram toda a assembleia com o hábito ou bentinho carmelita, sinal de união à Mãe.

Depois da pregação da manhã, da bênção das crianças e imposição do santo escapulário, o dia continua às 16:30 com a apresentação no Carmo do Funchal do livro Betânia pelo Dr. José Vieira, da escola APEL, e com a presença dos Autores, Verónica Parente e Frei João Costa, e pelas 18:30 concluirá com a celebração da Eucaristia e pregação sobre o Santo Escapulário.

A todos aguardamos e para todos pedimos ao céu as bênçãos da Senhora do Monte Carmelo.
Continuação de santas novenas para todos os filhos do Carmo.