Domingo XXVIII do Tempo Comum

Evangelho: Mateus 22, 1-14

Queridos irmãos e irmãs,

No Evangelho de hoje, Jesus compara o Reino dos Céus a um grande banquete. Deus prepara uma festa para todos, mas alguns convidados recusam o convite.

É uma imagem muito bonita: Deus convida-nos para a sua mesa. A Eucaristia é também este banquete onde o próprio Cristo nos alimenta.

Conta-se que um homem recebeu um convite para uma grande festa. Ficou muito contente e preparou-se com cuidado. No dia da festa, porém, quando chegou à porta, percebeu que tinha deixado o convite em casa. O convite era verdadeiro, a festa estava preparada, mas ele não podia entrar porque não tinha dado atenção ao convite.

Também nós recebemos continuamente o convite de Deus: através da Palavra, da Eucaristia, da Igreja, das pessoas que nos amam e até através das dificuldades da vida. Mas não basta receber o convite; é preciso responder.

No fim do Evangelho aparece também o homem que entrou sem o traje nupcial. O traje representa o nosso coração: não basta estar fisicamente na Igreja; é preciso procurar viver segundo o Evangelho, com fé, amor, perdão e caridade.

Deus prepara a festa e chama todos. A questão é: como estamos a responder ao convite?

Peçamos hoje ao Senhor:
Senhor, não permitais que eu fique indiferente ao vosso convite. Preparai o meu coração para participar na vossa mesa e ajudai-me a levar a alegria do vosso Reino aos outros.

Amém.

Festa de Santa Teresinha do Menino Jesus com Novenas e Bênção das Rosas

Os Padres Carmelitas Descalços do Funchal convidam a comunidade e os fiéis a participar nas celebrações em honra de Santa Teresinha do Menino Jesus, que decorrem na Igreja do Carmo.

A preparação espiritual tem início com o tríduo de Novenas, entre os dias 27 a 30 de setembro, com a recitação do Terço às 18h, seguida de Missa às 18h30.

O ponto alto das festividades acontece no dia 1 de outubro, dia da Solenidade de Santa Teresinha, com a celebração da Missa solene e a tradicional bênção das rosas às 18h30.

Programa das Celebrações:

  • 27 a 30 de setembro (Novenas):
    • 18h00: Terço
    • 18h30: Missa
  • 1 de outubro (Solenidade):
    • 18h00: Terço
    • 18h30: Missa e bênção das rosas

Domingo XXIV do Tempo Comum (Ano A)

A Liturgia deste Domingo volta ao tema do perdão na comunidade salientando as contas que, a este respeito, não podem ser feitas, porque no Reino de Deus as oportunidades são ilimitadas. Por natureza, somos calculistas, registamos os danos e inclinamo-nos para “ajustar as contas” como meio para sanar os conflitos. Mas, nestas coisas da reconciliação e do perdão, não é através dos números ou dos ajustes com os critérios da cobrança das dívidas que se chega ao restabelecimento das relações. No Reino de Deus só se conhece o zero nas dívidas e, no perdão, o infinito. É a isso que nos referimos quando dizemos que a misericórdia de Deus é infinita e não tem limites. Tanto o perdão como as virtudes que acompanham o ato de perdoar não podem estar limitadas por um plafom.

1. O perdão é exigente

– É curioso notar que, a pergunta de Pedro no Evangelho de hoje, “se meu irmão me ofender, quantas vezes deverei perdoar-lhe?”, à qual Jesus responde que deve ser “sempre”, dá por suposta a ofensa, mas não esclarece se antes houve arrependimento para que o ofendido possa perdoar a quem ofendeu. É que, neste processo de reconciliação, nós costumamos colocar, no início, o ato de arrependimento como condição para perdoar. Ora, tanto o livro do Eclesiástico como o Evangelho, colocam em relevo unicamente o perdão…

– Dá a impressão que, mesmo que o irmão não peça perdão, deve ser perdoado… O livro do Eclesiástico fixa-se na necessidade de ultrapassar o sentimento de vingança como condição para se poder apresentar diante de Deus e implorar para si o perdão e dirigir outras súplicas ao Senhor. A exigência do perdão impõe-se como um ato gratuito e não pode ser só a resposta ao arrependimento do outro porque o ofendido, enquanto não perdoar, não pode ficar tranquilo… O perdão é o primeiro passo e até parece que é o perdão que deve gerar o arrependimento…

– A ordem parece ser a seguinte: perdão, arrependimento com reconhecimento do erro, vontade de mudar… Isto significa que o perdão é exigente; é o ato de perdoar, numa relação fraterna, que desencadeia o processo da reconciliação… A segunda parte da parábola do Evangelho ilustra bem este ponto: é necessário tirar consequências do ter sido perdoado. Aquele a quem se tinha perdoado uma grande dívida não reconheceu que ele próprio também tinha de perdoar como efeito de ter sido perdoado e, por isso, o processo de reconciliação não avançou…

– Tudo isto só se compreende e só tem possibilidade de concretização se, a par do sentimento de fraternidade, houver a consciência filial… É nesta perspetiva que se entende a parábola contada por Jesus e que parece contradizer a ideia da misericórdia sem limites ao admitir que o perdão concedido seja revogado. A questão que a parábola pretende clarificar é esta: se Deus usa de misericórdia com cada um de nós, como poderemos nós negar o perdão ao outro? Só quem descobre que foi perdoado tem a capacidade de gerar perdão e de restabelecer relações em ordem ao futuro. Quem não experimenta isto, na relação com Deus, como filho, terá sempre mais dificuldade de perdoar aos outros.

– A nossa fraternidade é baseada na filiação divina e não noutras quaisquer categorias…. Só a partir da condição filial comum é que se pode construir uma comunidade de irmãos… Nesta base, a exigência de justiça que passaria pela punição do ofensor para sanar a quebra das relações, também perde sentido, porque só o perdão oferece ao outro a possibilidade de se arrepender…

2. Só o amor liberta

– A parábola de Jesus confirma que só se pode aprender a perdoar a partir da nossa relação com Deus… À medida que crescemos nesta relação de encontro com Deus podemos fortalecer a nossa capacidade de perdoar… 

– Gostamos muito de rezar a oração atribuída a S. Francisco de Assis: “Senhor, faz de mim um instrumento da tua paz: onde houver ódio que eu leve o amor, onde houver ofensa, que eu leve o perdão, onde houver discórdia, que eu leve a união… Que eu procure mais consolar do que ser consolado, compreender que ser compreendido, amar do que ser amado…” Pois, esta oração só se compreende a partir do amor de Deus. Na medida em que colocamos o amor acima de tudo nas nossas relações, este amor tende a prevalecer e a aumentar a qualidade da nossa vida em comum.

– A vingança só serve para agravar a dor e perverter o sentido da justiça… Só o amor que se oferece é a resposta adequada aos conflitos e ao sofrimento que estes provocam…

– A pergunta que fica, no final, é esta: como fazer compreender ao mundo de hoje este dinamismo do perdão? Primeiro que tudo, deve provar-se que se pode perdoar… E consciencializar mais profundamente o que rezamos no Pai-Nosso: “Perdoai as nossas ofensas como nós perdoamos a quem nos ofende”… Não há amor sem perdão nem perdão que não seja expressão de amor para quem nos ofende…

Domingo XVII do Tempo Comum

Dia Mundial dos Avós e dos Idosos

Caríssimos irmãos e irmãs,

No Evangelho de hoje, Jesus apresenta-nos três pequenas imagens: o tesouro escondido no campo, a pérola de grande valor e a rede lançada ao mar. Todas nos falam da mesma realidade: o Reino de Deus é o maior tesouro que podemos encontrar.

Conta-se que um neto perguntou ao avô:
— Avô, qual foi a coisa mais preciosa que tiveste na vida?
O rapaz pensava que ele iria falar da casa, do carro ou de algum dinheiro que tinha poupado. Mas o avô sorriu e respondeu:
— O maior tesouro da minha vida foi nunca perder a fé em Deus. Foi ela que me sustentou nos momentos difíceis, deu sentido às alegrias e força nas lágrimas. Tudo o resto passa, mas Deus permanece.

Esta história faz-nos pensar especialmente hoje, no Dia Mundial dos Avós e dos Idosos. Muitos deles talvez já não tenham a mesma saúde ou a mesma força, mas possuem um tesouro que nenhuma riqueza pode comprar: a experiência da fé, da esperança e do amor. Quantas vezes foram eles que nos ensinaram a fazer o sinal da cruz, a rezar o terço ou a confiar em Deus nas dificuldades!

Jesus diz que quem encontra o tesouro vende tudo o que tem para o possuir. Isto significa que nada deve ocupar o lugar de Deus no nosso coração. Quando Deus é o nosso maior bem, tudo o resto encontra o seu verdadeiro lugar.

Neste Dia dos Avós e dos Idosos, agradeçamos ao Senhor por aqueles que, com a sua vida simples e fiel, continuam a ser testemunhas do verdadeiro tesouro. E não nos esqueçamos deles. A visita, um telefonema, alguns minutos de conversa ou uma oração feita em conjunto podem ser um presente muito maior do que imaginamos.

Peçamos ao Senhor que nos conceda um coração capaz de reconhecer o verdadeiro tesouro, que é viver na amizade com Cristo. E que os nossos avós e idosos sintam sempre o carinho da família, da Igreja e de Deus, que nunca abandona os seus filhos.

Ámen.

Horário de verão 2026

Igreja do Carmo, no Funchal, adota horário de verão a partir de 20 de julho

A Igreja de Nossa Senhora do Carmo, no Funchal, entra em horário de verão a partir do dia 20 de julho de 2026, com alterações na celebração das missas, atendimento aos fiéis e funcionamento dos serviços paroquiais. Durante a semana, será celebrada apenas uma missa diária, às 9h00, deixando de existir celebrações no período da tarde. As confissões passam igualmente a realizar-se apenas durante a manhã, de terça-feira a sábado, entre as 8h30 e as 10h00.

Aos sábados e nas vésperas dos dias festivos, mantém-se a celebração da missa às 18h30, além da missa das 9h00. Já aos domingos e solenidades, os fiéis poderão participar nas eucaristias das 7h00, 9h30 e 18h30, deixando de haver a habitual missa do meio-dia durante o período de verão.

O serviço de secretaria e a venda de objetos religiosos continuam a funcionar das 9h00 às 12h00 e das 15h00 às 17h30. A igreja abre diariamente às 8h00. As alterações destinam-se a adaptar o funcionamento da comunidade paroquial ao período de verão, mantendo os principais serviços religiosos e de atendimento aos fiéis.

Domingo XVI do Tempo Comum (Ano A)

Hoje, Jesus apresenta-nos a parábola do trigo e do joio (Mt 13, 24-43). À primeira vista, os servos querem arrancar imediatamente o joio. Mas o dono do campo responde: “Não. Deixai crescer um e outro até à ceifa.”

Esta resposta revela a paciência de Deus. Nós, muitas vezes, queremos soluções rápidas: eliminar tudo o que está mal, julgar as pessoas ou desistir quando vemos o pecado ou a injustiça. Deus, porém, conhece o coração humano. Ele sabe que há pessoas que ainda podem mudar, crescer e dar fruto.

O campo é o mundo, mas também é o nosso coração. Em cada um de nós há trigo e há joio: gestos de bondade e fraquezas, generosidade e egoísmo. A Palavra de Deus convida-nos não a olhar primeiro para o joio dos outros, mas a cuidar do trigo que Deus quer fazer crescer em nós.

Um avô passeava com o neto pelo seu jardim. O rapaz perguntou:
— Avô, porque é que não arrancas todas as ervas daninhas hoje?
O avô sorriu e respondeu:
— Porque algumas estão tão perto das flores que, se as arrancar agora, levo também as raízes das flores. É melhor esperar um pouco, cuidar das plantas e, no tempo certo, será mais fácil distinguir umas das outras.
O neto percebeu que a paciência também faz parte do amor.

Assim é Deus connosco. Ele não desiste de ninguém. Dá-nos tempo para nos convertermos, para mudarmos de vida e para deixarmos que o trigo da santidade cresça.

Peçamos hoje ao Senhor a graça de sermos pacientes com os outros, exigentes connosco próprios e confiantes na misericórdia de Deus, que nunca deixa de acreditar que podemos dar bom fruto.

Ámen.

Domingo XV do Tempo Comum (Ano A)

Irmãos e irmãs,

No Evangelho de hoje, Jesus apresenta-nos uma imagem muito simples e muito próxima da vida: um semeador que lança a semente. O curioso é que o semeador não escolhe apenas a terra boa; lança a semente por toda a parte. Assim é Deus. A sua Palavra é oferecida a todos, sem distinção. A diferença não está na semente, que é sempre boa, mas no terreno onde ela cai: o nosso coração.

Há uma pequena história que ilustra bem esta mensagem.

Um avô gostava de cultivar um pequeno jardim. Certo dia, o neto perguntou-lhe porque passava tanto tempo a arrancar ervas daninhas. O avô respondeu: “Se eu deixar crescer as ervas, elas roubam a força às flores. As sementes são boas, mas precisam de espaço para crescer.”

O mesmo acontece connosco. Deus semeia diariamente a sua Palavra no nosso coração, mas muitas vezes ele está cheio de preocupações, ressentimentos, pressas, distrações ou excesso de confiança em nós próprios. A Palavra entra, mas não encontra espaço para criar raízes.

A boa notícia é que nenhum terreno está condenado a permanecer estéril. Um coração duro pode tornar-se acolhedor; um coração distraído pode aprender a escutar; um coração cheio de espinhos pode ser limpo pela graça de Deus. A conversão é precisamente este trabalho paciente de preparar a terra.

Hoje Jesus não nos pergunta: “Que tipo de semente recebeste?” A semente é sempre a mesma. Pergunta-nos antes: “Que tipo de terreno és tu neste momento?”

Peçamos ao Senhor que nos conceda um coração bom e generoso, capaz de escutar a sua Palavra, guardá-la e fazê-la dar fruto nas nossas famílias, no trabalho, na comunidade e na vida de cada dia. Que cada um de nós possa ser essa terra boa que produz fruto, “cem, sessenta ou trinta por um”.

Ámen.

Bênção das crianças

Hoje, sábado e dia quinto das novenas de Nossa Senhora do Carmo foi dia de bênçãos das crianças e imposição do Santo Escapulário na igreja do Carmo do Funchal – Ilha da Madeira.

Pelas 10:30 congregou-se um pequeno grupo de crianças que conduziu com cânticos e preces a coroinha da Senhora do Carmo, e também construiu para a Mãe uma bela coroa de louvor e gratidão.

E que bela coroa de Nossa Senhora do Carmo são as nossas crianças!

Com as suas vozes pequeninas elas disseram-nos que aos olhos da Mãe todos somos beleza e formosura quando nos parecemos a Ela.

Logo depois, o pregador das novenas e o prior da comunidade impuseram as mãos a todos os meninos e meninas, após o que os consagraram todos eles e suas famílias à Senhora do Carmo.

E depois os três sacerdotes presentes revestiram e consagraram toda a assembleia com o hábito ou bentinho carmelita, sinal de união à Mãe.

Depois da pregação da manhã, da bênção das crianças e imposição do santo escapulário, o dia continua às 16:30 com a apresentação no Carmo do Funchal do livro Betânia pelo Dr. José Vieira, da escola APEL, e com a presença dos Autores, Verónica Parente e Frei João Costa, e pelas 18:30 concluirá com a celebração da Eucaristia e pregação sobre o Santo Escapulário.

A todos aguardamos e para todos pedimos ao céu as bênçãos da Senhora do Monte Carmelo.
Continuação de santas novenas para todos os filhos do Carmo.

Novena prepara a Festa de Nossa Senhora do Carmo com pregação de Frei João Costa

A Comunidade Carmelita do Funchal inicia, entre os dias 7 e 15 de julho, a tradicional novena de preparação para a Festa de Nossa Senhora do Carmo, que será celebrada no próximo dia 16 de julho.

A novena decorre diariamente na Igreja do Carmo, com início às 18h00, através da Novena Cantada, seguindo-se a celebração da Eucaristia às 18h30. Neste ano, o pregador convidado é Frei João Costa, superior da comunidade carmelita do Convento de Avessadas, no concelho de Marco de Canaveses, que orientará espiritualmente este tempo de preparação para a solenidade mariana.

A Festa de Nossa Senhora do Carmo constitui uma das mais significativas celebrações da espiritualidade carmelita na Madeira, reunindo anualmente numerosos fiéis que participam na novena, na celebração solene da Eucaristia e na tradicional procissão pelas ruas da cidade do Funchal.

A comunidade convida todos os devotos de Nossa Senhora do Carmo e os fiéis em geral a participar neste percurso espiritual de nove dias, que antecede uma das mais importantes festividades do calendário litúrgico carmelita.

Domingo XIII do Tempo Comum (Ano A)

Caríssimos irmãos e irmãs,

O Evangelho que acabámos de escutar apresenta-nos palavras de Jesus que podem parecer exigentes: «Quem ama o pai ou a mãe mais do que a Mim, não é digno de Mim.» Mas o Senhor não está a pedir-nos que amemos menos a nossa família. Está, sim, a ensinar-nos que Deus deve ocupar o primeiro lugar na nossa vida. Quando Cristo está no centro do nosso coração, aprendemos também a amar melhor aqueles que nos rodeiam.

Jesus convida-nos ainda a tomar a nossa cruz e a segui-Lo. A cruz não é apenas o sofrimento; é a fidelidade de cada dia. É cumprir os nossos deveres com amor, perdoar quem nos ofendeu, manter a esperança nas dificuldades, servir sem esperar recompensa. É nas pequenas escolhas diárias que mostramos se somos verdadeiramente discípulos de Cristo.

O Evangelho termina com um ensinamento cheio de esperança: «Quem der, ainda que seja um simples copo de água fresca, a um destes pequeninos, não ficará sem recompensa.» Para Deus, nenhum gesto de amor é pequeno. Uma palavra amiga, uma visita a quem está doente, um telefonema a quem vive sozinho, um sorriso sincero ou um acto de perdão têm um valor imenso quando são feitos por amor.

Por isso, deixo-vos um desafio muito concreto para esta semana: todos os dias, façamos um gesto de caridade consciente.Não precisa de ser um gesto extraordinário. Basta que seja feito com generosidade e por amor a Cristo. Talvez ajudar alguém sem que o peçam, escutar com paciência quem precisa de falar, reconciliar-nos com uma pessoa ou dedicar alguns minutos à oração por quem sofre.

Se cada um de nós viver assim o Evangelho, a nossa família será mais unida, a nossa comunidade mais fraterna e a nossa sociedade um pouco mais semelhante ao Reino de Deus.

Peçamos ao Senhor, nesta Eucaristia, a graça de O colocar sempre em primeiro lugar e de O servir com alegria em cada pessoa que encontramos no caminho.

Ámen.